Direito do passageiro aéreo

Seu voo deu errado.
Seus direitos continuam de pé.

Atraso, cancelamento, embarque negado ou bagagem que não chegou: a legislação brasileira assegura direitos ao passageiro — e a maior parte das pessoas nunca chega a exercê-los.

Do primeiro contato ao envio de documentos, tudo pelo celular.

Qual foi o seu caso?

O que a lei prevê

Em que situações o passageiro tem direito

Quatro cenários concentram a maior parte dos problemas em voos domésticos e internacionais.

Do começo ao fim, pelo celular

Como funciona o atendimento

Sem deslocamento, sem papel e sem horário marcado. Você fala quando der.

  1. Você conta o que aconteceu

    Pelo WhatsApp, no seu tempo. Poucas perguntas objetivas já indicam se o caso tem base.

  2. Você envia os documentos

    Fotos tiradas com o próprio celular. Nada de imprimir, escanear ou ir ao escritório.

  3. A ação é proposta

    O caso é levado ao Juizado Especial Cível, que funciona todo online. Há uma audiência de conciliação por videochamada, de poucos minutos, em que você entra por um link e eu estou junto conduzindo.

  4. Você acompanha

    Cada movimentação relevante do processo é informada pelo mesmo canal em que a conversa começou.

Antes de conversar

O que ajuda no seu caso

Marque o que você já tem. Não precisa ter tudo — parte pode ser obtida depois.

Guarde tudo o que a viagem gerou. Comprovantes de gastos feitos por causa do problema — transporte, hospedagem, alimentação, compra de itens essenciais — costumam fazer diferença.

Se estiver sem nada em mãos, converse mesmo assim: dá para orientar o que buscar.

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Retrato de Mariela Celestino de Oliveira Gratz, advogada responsável pelo atendimento
Mariela Celestino de Oliveira Gratz — OAB/ES 14.594
Quem vai te atender

Você fala com a advogada, não com um atendente

“Quem passou pelo problema já perdeu tempo demais no aeroporto. O mínimo é não perder mais tempo com o advogado.”
  • Advogada inscrita na OAB/ES sob o nº 14.594
  • 20 anos de atuação em direito do consumidor e responsabilidade civil
  • Atendimento em Celestino Advogados, em Vitória/ES
Falar com a advogada
Dúvidas comuns

Perguntas frequentes

Preciso ir ao escritório?

Não. Do primeiro contato ao envio de documentos, tudo é feito pelo celular, no horário que for possível para você. A única etapa em que você participa ao vivo é a audiência de conciliação, e ela também é por videochamada.

Vou precisar ir a alguma audiência?

Ir, não. No Juizado Especial há uma audiência de conciliação em que a lei pede a presença do autor, mas ela acontece por videochamada: o próprio sistema do tribunal envia o link e você entra de casa, do celular ou do computador. São poucos minutos, e eu estou na chamada junto com você, conduzindo a negociação.

Quanto tempo depois da viagem ainda posso buscar meus direitos?

Existe prazo, e ele muda conforme o tipo de voo e o tipo de prejuízo:

Voo dentro do Brasil: 5 anos, tanto para os gastos que você teve quanto para os danos morais (art. 27 do Código de Defesa do Consumidor).

Voo internacional: 2 anos para os gastos materiais (art. 35 da Convenção de Montreal) e 5 anos para os danos morais — os tribunais superiores entendem que os acordos internacionais limitam apenas a parte material.

Se o seu voo foi há mais de dois anos, ainda pode valer a pena conversar: parte do pedido pode continuar em prazo.

A companhia me ofereceu voucher. Isso encerra o assunto?

Não necessariamente. Vale entender exatamente o que foi oferecido, e a que título, antes de aceitar.

Meu voo era internacional. Muda alguma coisa?

Muda. Voos internacionais seguem regras próprias, inclusive quanto a prazos e à forma de apurar os prejuízos.

Como sei se o meu caso tem base?

Conversando. A primeira conversa serve exatamente para isso: entender o que aconteceu e dizer, com honestidade, se há ou não fundamento.

Quanto tempo leva um processo desses?

Depende do juízo e da complexidade do caso, e não seria honesto prometer prazo. O que dá para garantir é que você é informada de cada passo, sem precisar ficar perguntando.

Conte o que aconteceu no seu voo

Descreva a sua situação pelo WhatsApp e entenda, sem compromisso, quais direitos se aplicam a ela.

Falar pelo WhatsApp
Contar o que aconteceu